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Transmissão Automática

Câmbios Automáticos e Cvts

câmbio automático é um sistema empregado em automóveis e motocicletas para troca de marchas realizada pelo sistema de transmissão do automóvel, que detecta a relação entre a velocidade (km/h) e a rotação do motor (rpm) para decidir pela troca automática da marcha. Desta forma o sistema se propõe a manter a rotação do motor quase constante e o câmbio automaticamente faz a troca das marchas. Nos sistemas modernos com câmbio automático a troca das marchas está quase imperceptível ao motorista. Ao contrário do sistema de câmbio manual onde se trabalha com engrenagens de tamanhos diferentes e engatadas individualmente, no câmbio automático utiliza-se o sistema de engrenagens planetárias, elas possuem tamanhos diferentes, mas todas elas estão sempre engatadas entre si, a relação da força é dada de acordo com a ordem que essas engrenagens estão conectadas.

O câmbio CVT (Transmissão continuamente variável)é um tipo de transmissão que simula uma quantidade infinita de relações de marcha, uma vez que funciona com um sistema de duas polias de tamanhos diferentes interligadas por uma correia metálica de alta resistência, em vez de engrenagens com determinados tamanhos.Nos carros, além da aceleração contínua, sem trancos, o que dá a impressão de que o carro nunca troca de marchas, o sistema CVT, proporciona economia de combustível em relação a todos os outros sistemas anteriores. Sejam sistemas automáticos ou manuais.

 

Vantagens e desvantagens.

  • Vantagens:
  1. Facilidade, conforto, segurança, maior durabilidade do motor e de todos os componentes da transmissão (caixa, eixosdiferencial, etc).
  • Desvantagens:
  1. Maior consumo de combustível porque o conversor de torque desperdiça parte da energia mecânica transferida pelo motor.
  2. Custo elevado em relação ao câmbio mecânico (essencialmente pela baixa procura; observa-se o oposto em países nos quais a popularidade do cambio automático é maior que a do câmbio manual, como nos Estados Unidos). Outra desvantagem é o fato de a cada50.000 Km rodados, em média, se faz necessária a troca do fluido (em geral muito mais caro que na transmissão manual) e qualquer defeito que der no equipamento, o custo de reparo pode chegar entre 20% e 40% do valor de venda do veiculo, dependendo do ano e modelo, poderá ultrapassar essa percentagem.

Configuração do câmbio

  • P – Park: para estacionar, recomendado para dar a partida e desligar o motor do automóvel. Bloqueia as rodas de tração.
  • R – Reverse: marcha-a-ré.
  • N – Neutral: ponto morto. Posição que pode ser usada ao dar a partida e desligar. Não bloqueia as rodas de tração.
  • D – Drive: para movimentar o veículo para frente, usado na maior parte do tempo de direção.
  • 4 – 3 – 2 – 1: Posições que permitem o bloqueio das marchas 4, 3, 2 e 1. O bloqueio é usado em situações extremas quando o veículo troca várias vezes de uma marcha para outra. Por exemplo, em um aclive acentuado, ao se colocar na posição 2, impede-se o veículo de automaticamente trocar para a posição 3. Dessa forma bloqueia-se uma posição de marcha específica e não ocorre a troca automática entre elas. O mesmo procedimento é usado no freio motor

Dirigir com a mão no câmbio

Dirigir com a mão apoiada na alavanca do câmbio força o desgaste de peças como luva de engate e anel sincronizador.

O desgaste é ainda maior com o carro em movimento, pois as peças entram em atrito com mais facilidade.

Outro alerta seria o vício do motorista dirigir com o pé no pedal da embreagem. O pedal de embreagem deve ser usado apenas para realizar a troca das marchas. Dirigir com o pé no pedal ou dosando a embreagem na hora de subir uma ladeira, por exemplo, pode provocar o desgaste prematuro do colar de embreagem e do platô.

Condicionador de Metais?

Á OUVIU FALAR EM CONDICIONADOR DE METAIS?

Na década de 80, foi desenvolvido um produto que tinha como objetivo reduzir o atrito nas peças dos veículos e equipamentos das Forças Armadas dos EUA e que foi, posteriormente, utilizado pelos exércitos do Japão, Itália, Alemanha e Inglaterra.

Esse produto, um derivado de hidrocarbonetos de base sintética, por ser altamente eficaz na proteção de mecanismos que sofrem com a ação do atrito passou, então, a ser comercializado para o público civil.

O termo “Condicionador de Metais” é utilizado para diferenciar o Militec-1© dos aditivos para óleo lubrificante. Isso acontece simplesmente porque ele não se mistura ao óleo, mas o utiliza como veículo para chegar até as peças.

Sendo assim, através de um processo de adsorção*, atrito e calor, 100% das moléculas do produto saem do óleo e são incorporadas ao metal, proporcionando uma redução significativa do atrito e do arrasto.

Por não se tratar de um aditivo, Militec-1© não interfere em nenhuma característica do óleo lubrificante e, após aplicado no motor, possui uma autonomia de 20.000 km**. Mesmo que seja realizada uma troca de óleo durante esse período, não é necessário realizar uma nova aplicação.

* Adsorção é a fixação das moléculas de um fluido em uma superfície sólida.
** Pode variar de acordo com o equipamento (motores preparados, turbos de competição e motores dois tempos).

OS BENEFÍCIOS

Protege o motor, evitando a formação de borras e o depósito de partículas no mesmo. Reduzindo-se o atrito e o arrasto, o motor economiza combustível, ganha potência e, claro, tem sua vida útil estendida.

QUEM PODE UTILIZAR

Militec-1© é um produto versátil e que pode ser utilizado em qualquer tipo de equipamento que sofre atrito e, consequentemente, precisa de lubrificação.

Ele é hoje utilizado em motores estacionários de grandes indústrias, em veículos movidos a álcool, gasolina, flex, GNV, diesel, em transmissões, diferenciais, compressores, correntes e sistemas hidráulicos, além de armas, karts, jet skis, skates, bicicletas, aeromodelos e motocicletas de 2 e 4 tempos.

TESTE MILITEC-1

Com a proposta de confirmar que Militec-1© não é um aditivo e, por isso, não permanece no óleo, a Via Lubrificantes, junto aos representantes da Militec no Brasil, realizou um teste ousado: rodar com um carro TOTALMENTE sem óleo.

CONFIRAM

Troca do Óleo Lubrificante

Nem todas as pessoas dão importância à troca correta do óleo do motor.Mas pode acreditar,este tipo de manutenção está em primeiro lugar em se tratando de manutenção preventiva.

Além da troca correta é sempre bom ficar atento a qualidade do lubrificante utilizado em seu veículo,evitando assim desgastes prematuros e quebras indesejáveis. Um motor limpo e bem lubrificado roda mais silencioso e é muito mais econômico.

Conheça agora algumas funções do lubrificante dentro do sistema:

Lubrificar: a função primária do lubrificante é formar uma película , reduzindo o atrito entre as diversas peças móveis de seu veículo.

Refrigerar: o óleo lubrificante representa um meio de transferência de calor, “roubando” calor gerado por contato entre superfícies em movimento relativo. Nos motores de combustão interna, o calor é transferido para o óleo através de contatos com vários componentes e, em seguida, para o sistema de arrefecimento de óleo.

Limpar e manter limpo: em motores de combustão interna uma das principais funções do lubrificante é retirar as partículas resultantes do processo de combustão e manter estas partículas em suspensão no óleo, evitando que se depositem no fundo do cárter e provoquem incrustações. Por isso é fundamental a troca do filtro de óleo juntamente com o óleo lubrificante.

Proteger contra a corrosão: a corrosão e o desgaste podem resultar na remoção de metais do motor, por isso a importância dos aditivos anticorrosivo e antidesgaste.

Vedação da câmara de combustão: o lubrificante lubrifica e refrigera,além de agir como agente de vedação, impedindo a saída de lubrificante e a entrada de contaminantes externos ao compartimento.

Devemos destacar que os veículos que rodam pouco e em pequenos trajetos devem trocar o óleo a cada 6 meses.Pois, após esse período o lubrificante perde suas propriedades o que pode acarretar em borra no motor.Isto porque o motor não aquece o necessário e a fraca mistura ar-combustível acaba contaminando mais o óleo.

Aprenda a checar o fluido de freio

Como visto nesta reportagem do programa Auto Esporte exibido na globo, o fluido de freios é um ítem muito importante do sistema de frenagem. Além de atuar como transmissor de energia, serve também para lubrificar, vedar e proteger . Mesmo com todas estas funções, ele é praticamente desconhecido por grande parte dos condutores

Tal fato se deve ao grande apego aos manuais das montadoras, onde, na maioria das vezes se recomenda a troca em períodos dilatados. Vale lembrar que o fabricante BOSCH dos componentes dos sistema de frenagem( fluido e peças), recomenda a substituição por completo a cada 10.000 km ou 12 meses em condições normais de uso.

Em casos mais extremos o fluido poderá se solidificar obstruindo os conduites fazendo com que haja uma falha do freio em uma ou mais rodas.

A Via Lubrificantes, desde seu início em 2006, atua na manutenção preventiva oferecendo a susbstituição completa deste fluido. Nossa preocupação é cuidar do seu veículo preventivamente, afim de extrair o máximo de desempenho com a máxima segurança.