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O QUE SABER SOBRE OS VEÍCULOS ELÉTRICOS

Pontos positivos

  1. Desempenho mais alto, principalmente em virtude do alto torque.
  2. Por conta da maior eficiência, estima-se que o custo por quilômetro seja um terço do que se gasta com um carro a gasolina.
  3. Carros elétricos não possuem sistema de escape e não precisam de trocas de óleo.
  4. Praticidade e autonomia em função da velocidade de desenvolvimento das baterias, cada vez menores e mais eficientes.
  5. Facilidade de abastecer o automóvel, seja em casa, no trabalho ou em um posto de carregamento. Apesar de ainda não haver muitos locais para carregamento nas grandes cidades, isso tende a ser rapidamente resolvido quando passar a existir demanda. Visitas a postos, nesse cenário, serão eventuais, como em caso de viagens.
  6. O carro elétrico tem potencial para reduzir a poluição urbana, inclusive a sonora, já que o funcionamento do motor é silencioso. Apesar de poluir mais para ser produzido, isso é compensado ao longo da vida útil do carro.

Pontos negativos

  1. Atualmente, os modelos novos prometem mais de 300 km de autonomia com uma recarga, chegando alguns a mais de 600 km. No entanto, enquanto não houver postos de carregamento nas estradas, modelos 100% elétricos ficarão restritos aos centros urbanos. Para viagens longas, ainda é necessário um modelo um híbrido.
  2. Apesar de as montadoras afirmarem que os carros elétricos são menos propensos a apresentar defeitos, enquanto estes forem a exceção, dificilmente será possível evitar os reparos na rede autorizada, limitando as possibilidades de consertos mais rápidos e baratos.
  3. Ainda não há um bom mercado para venda de híbridos ou elétricos usados, o que acaba afastando potenciais compradores. Isso sem contar que esses modelos ficam obsoletos muito mais rapidamente, tendo em vista sua frenética evolução tecnológica.
  4. As baterias utilizadas atualmente são de lítio, as quais são pouco resistentes a altas temperaturas, impossibilitando a produção de modelos para uso off-road. Estuda-se a possibilidade de produção de baterias de grafeno para contornar esse problema.
  5. Por fim, ainda há pouco ou nenhum incentivo no Brasil para aquisição desse tipo de automóvel, dificultando ainda mais o processo de transição para modelos elétricos.